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Autor Tópico: Drone Pessoal  (Lida 2751 vezes)

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Offline SerraCabo

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Re: Drone Pessoal
« Responder #60 em: 15 de Junho de 2017, 11:16 »
O maior problema que vislumbro para a utilização de drones em campo aberto é o vento. Em dia de calmaria a iniciativa individual (ou a soma de iniciativas individuais) opera milagres. Fora desse cenário, os drones terão que ser de asa fixa com alguma dimensão e motores mais potentes implicando investimentos um pouco fora no (pelo menos) nosso contexto.

Fora isso, há a encrenca das aplicações de carácter militar fora do baralho.

Entretanto, podem ter a certeza absoluta, que a paranóia regulamentadora estatal gela o sangue de quem quer que seja que não esteja no circuito do "desenvolvimento" de "ideias" para preencher o ego dos que trabalham nos canais estatais de atribuição de subsídios tanto mais que essas zenitais almas pardas encaram como ameaça quem quer que seja que pretenda existir fora do ser regaço. Neste cenário, a tropa de choque chama-se "ONGs".

Se for preciso eu explico melhor.
serra-cabo.blogspot.com

Offline artur36

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Re: Drone Pessoal
« Responder #61 em: 19 de Junho de 2017, 19:50 »
Bem vamos lá falar mais um bocado da detecção\combate aos incêndios com recurso a tecnologia,vou apresentar algumas das "soluções" com que eu próprio "sonhei" um dia (e espero um dia conseguir pelo menos fazer uma proof of concept).
Não vou fazer muitas citações pois a discussão vai longa e não tenho muito tempo, mas qualquer coisa perguntem ou contraponham a minha opinião que eu tento esclarecer se for caso disso.
É nos incêndios urbanos e industriais que a tecnologia está mais presente e onde pode-se expandir ainda mais, é nestes incêndios onde a perda de vidas humanas é tendencialmente mais significativa e os danos materiais são mais perceptiveis pois a floresta passado um ano já está a recuperar sem a intervenção humana (não necessariamente a recuperar bem ou a um bom ritmo). Aqui a tecnologia de detecção já está bem implementada, os detectores e centrais de detecção de incêndio são baratos e fáceis de instalar, e é eficaz, quanto à prevenção se não existe ainda mais é por falta de cultura de segurança da população em geral e vontade de poupar uns trocos que saiem muito caro mais tarde.
Quanto ao combate de forma autónoma não é tão fácil como se pensa, para eliminar o incêndio retira-se um ou mais dos seguintes quatro elementos, Combustível Comburente Fonte de ignição e reacção em cadeia (se eliminarmos um dos dois últimos e mantivermos os restantes o incêndio mantêm-se), para eliminar o combustível cria-se uma separação entre este e os restantes elementos (todo o combustível é coberto com espuma ou outro agente extintor) por norma os danos materiais são elevados, para eliminar o comburente "inunda-se" o espaço com um gás inerte (actualmente CO2 depois da proibição do Halon, muito usado em salas de servidores ou salas de quadros por exemplo, problema tem de se garantir que não existem pessoas no espaço pois morreriam asfixiadas), para eliminar o calor\fonte de ignição usa-se normalmente água para arrefecimento (normalmente usado em garagens ou armazéns, os conhecidos sprinklers, onde os danos causados pela água sejam "diminutos", trás outros problemas como a contaminação de águas), como podem ver todas estas abordagens têm problemas nos danos colaterais o que limita muito o seu uso dentro de casas por exemplo, no âmbito industrial já são bastante usados. O combate para ser eficaz com poucos danos colaterais o combate tem de ser muito precoce e efectuado de uma forma muito precisa, muito à semelhança daquele que é o objectivo do concurso robot bombeiro, contudo pelo que sei ainda não existem produtos criados para esse fim, quanto a mim não será também uma hipótese viável face ao custo que prevejo para um sistema destes e ao reduzido risco de incêndio da construção moderna na Europa.
Quanto à questão dos incêndios florestais irei abrir um novo tópico dado que aí vejo algumas mais valias e possibilidades de uso dos veículos aéreos não tripulados e face aos acontecimentos recentes de certeza que muitos de vós terão opiniões e ideias que poderemos discutir em conjunto e quem sabe até conseguir que alguém crie uma plataforma viável na ajuda à detecção ou combate dos incêndios florestais.

Offline TigPT

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    • Tiago Rodrigues
Re: Drone Pessoal
« Responder #62 em: 19 de Junho de 2017, 23:33 »
Acho que deviam ser feitos progressos em relação a drones para vigia de zonas de risco em dias de risco para detecção precoce mas mais importante ainda seria melhorar a comunicação de um incendio às pessoas em risco.

Aqui creio que as operadoras de telecomunicações deviam agir, elas já sabem que telemoveis estão ligados a que anetenas e podiam difundir SMS para os telefones nas zonas de risco a avisar para evacuar de imediato.

Quem não tem telemovel, os vizinhos avisavam, mas mais vale avisar +1 pessoa e salva-la do que cruzar os braços e dizer que não se vai chegar aos idosos.

Offline artur36

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Re: Drone Pessoal
« Responder #63 em: 20 de Junho de 2017, 07:54 »
As tecnologias para essa comunicação já existem à muitos anos, e realmente em Portugal nunca foram utilizadas.
Bastaria um sistema em que o alerta fosse dado por exemplo nas rádios locais, normalmente estas rádios fazem diariamente companhia às populações mais idosas e isoladas.
O problema para mim prende-se com a disponibilidade para nos momentos iniciais de um incêndio destas dimensões dar esse alerta, temos assistido nestes últimos dias a um sensacionalismo tremendo da parte da comunicação social e uma vontade tremenda de fazer rolar cabeças (vi várias entrevistas em que o próprio jornalista tenta insistentemente levar as pessoas a dizer que alguém falhou e que tudo ardeu por culpa de A, B ou Com), mas a realidade é que nos momentos iniciais (primeiras horas entenda-se) de um incidente destes todos os meios que estão no terreno são insuficientes e não existe uma organização capaz de fazer tudo aquilo que a comunicação social tenta "exigir" que se tivesse feito, não è numa hora que se colocam no terreno operacionais e uma estrutura capaz para combater um incêndio destas dimensões, avisar as inúmeras povoações espalhadas pela serra e que podem eventualmente ficar em risco, fechar ao trânsito todas as estradas que podem ser um risco e ao mesmo tempo arranjar alternativas viáveis e seguras para os condutores, etc.

Offline LVirtual

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Re: Drone Pessoal
« Responder #64 em: 20 de Junho de 2017, 08:21 »
Acho que deviam ser feitos progressos em relação a drones para vigia de zonas de risco em dias de risco para detecção precoce mas mais importante ainda seria melhorar a comunicação de um incendio às pessoas em risco.

Aqui creio que as operadoras de telecomunicações deviam agir, elas já sabem que telemoveis estão ligados a que anetenas e podiam difundir SMS para os telefones nas zonas de risco a avisar para evacuar de imediato.

Quem não tem telemovel, os vizinhos avisavam, mas mais vale avisar +1 pessoa e salva-la do que cruzar os braços e dizer que não se vai chegar aos idosos.

isso foi precisamente aquilo em que tambem tenho andado a pensar a par daquilo que o Artur escreveu logo acima.
As autoestradas tem ja suporte de comunicaçoes via gprs/gsm bem como rede estruturada.
Os postos SOS actuais ja tem essa tecnologia penso que ja em todo o pais ou pelo menos nas da Brisa. Conheci quem participou nessa actualizaçao de meios de comunicaçao.
Os proprios porticos de informaçao digital tambem nas autoestradas tem tambem esse sistema de comunicação, por isso redes celulares para comunicaçao imediata nao faltam pelas zonas onde se deu o incendio.
É apenas uma questao de vontade dos operadores envolvidos juntarem-se para criar uma muito boa rede de informaçoes publicas para situaçoes de incendio, visto que ja usam estes sistemas para avisar de acidentes com automoveis nas suas proprias estradas.

ha tantas decadas que se estudam todas as envolventes dum incendio que ja podiam ter um mapa muito completo das zonas piores e em que usassem sistemas de barragem de veiculos nas entradas e saidas dessas estradas assim como fazem na serra da estrela no inverno.
deslocar 2 ou 3 pessoas para essas "barragens" logo apos elas actuarem para poderem deixar sair as pessoas que ficassem nas areas de perigo tambem nao seria nada impossivel nem demorado. eventualmente ate poderia ser alguem dessas mesmas aldeias com alguma formaçao para reagir bem nesses dias...

Se quando um incendio começasse numa regiao destas e se houvesse um bom sistema de alerta e pre-actuaçao robotica ou apenas automatica mas apoiada na electronica, seja com plataformas voadoras em conjunto com sistemas fixos de vigilancia ou apenas esses sistemas fixos, nao acredito que fossem gastar milhoes como algumas pessoas acham...


Offline artur36

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Re: Drone Pessoal
« Responder #65 em: 20 de Junho de 2017, 22:31 »
isso foi precisamente aquilo em que tambem tenho andado a pensar a par daquilo que o Artur escreveu logo acima.
As autoestradas tem ja suporte de comunicaçoes via gprs/gsm bem como rede estruturada.
Os postos SOS actuais ja tem essa tecnologia penso que ja em todo o pais ou pelo menos nas da Brisa. Conheci quem participou nessa actualizaçao de meios de comunicaçao.
Os proprios porticos de informaçao digital tambem nas autoestradas tem tambem esse sistema de comunicação, por isso redes celulares para comunicaçao imediata nao faltam pelas zonas onde se deu o incendio.
É apenas uma questao de vontade dos operadores envolvidos juntarem-se para criar uma muito boa rede de informaçoes publicas para situaçoes de incendio, visto que ja usam estes sistemas para avisar de acidentes com automoveis nas suas proprias estradas.
Esta situação é perfeitamente possível e eficaz precisamente nas situações que indicas, nas auto-estradas e no maciço central da serra da estrela, do que eu conheço das zonas de serra a norte de Coimbra e na entre Coimbra e Castelo Branco (onde se incluí a zona onde se localiza este incêndio) uma abordagem destas é inviável.
No caso das auto-estradas e das vias de acesso ao maciço central da serra da estrela estamos a falar de meia duzia de pontos de acesso (literalmente) e se olharmos por exemplo para a A1 fiz semanalmente o percurso entre Lisboa e Estarreja durante mais de um ano e os pórticos de informação são um por distrito praticamente, se formos comparar com a zona que está a arder temos largas dezenas de estradas nacionais e municipais assim como caminhos rurais minimamente circuláveis, nestas dezenas de caminhos\estradas existem centenas de cruzamentos e outros pontos de acesso frequentemente usados pelas populações, numa abordagem simplista precisaríamos de centenas de cancelas com controlo remoto para cortar esses acessos e em cada uma delas um "pórtico" de informação a indicar a razão do fecho e as alternativas viáveis (caso as existam), isto de forma muito simples porque se formos analisar bem encontramos facilmente falhas, o fecho não pode ser total pois os meios de socorro\combate precisam de continuar a aceder a essas  zonas assim como os veículos que já aí circulam precisam de informação que devem abandonar essa estrada e ter como sair dela.Talvez dados estes problemas fosse mais fácil colocar uma pessoa em cada ponto de acesso que de forma fácil conseguiria gerir esta situação, talvez uma pessoa equivalente aos antigos guardas de passagem de nível nas linhas de menor movimento, pessoas normais que têm a suas vidas na proximidade e quando necessário fecham as cancelas, nas passagens de nível isto era bastante eficaz pois os horários dos comboios eram fixos e a pessoa geria a sua vida para que à hora necessária a cancela fosse fechada, agora numa situação destas o que iria essa pessoa fazer fechar as cancelas e orientar o trânsito ou salvar os seus bens e a sua vida? Não nos podemos esquecer que por muito bom que fosse esse sistema de fecho de estradas iria sempre existir um facto muito importante que nunca iria ser controlado que eram os condutores, se analisar-mos bem as declarações que vemos na televisão (nomeadamente de uma senhora que sobreviveu na N326 depois de lhe ter sido barrado o acesso ao IC8) percebemos que a GNR barrou o acesso ao IC8 mas ao contrário do que alguns "jornalistas" querem fazer entender não desviaram as pessoas para a N236, as pessoas já estavam na N236 e foram informadas que não poderiam sair em direcção ao IC8 devido ao perigo que o incêndio representava aí, a mesma senhora no seu "depoimento" se descaí do que fez a seguir e o que seria também a reacção de muitos outros se vissem uma estrada fechada, a senhora disse que já que não podia passar no IC8 seguiu na N236 para sair no cruzamento seguinte e ir na mesma ajudar a filha. Por muito bom que o fecho da estrada fosse a reacção de algumas pessoas seria sempre contornar o bloqueio de forma a poder chegar ao destino que tinha traçado.

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Se quando um incendio começasse numa regiao destas e se houvesse um bom sistema de alerta e pre-actuaçao robotica ou apenas automatica mas apoiada na electronica, seja com plataformas voadoras em conjunto com sistemas fixos de vigilancia ou apenas esses sistemas fixos, nao acredito que fossem gastar milhoes como algumas pessoas acham...
Pega no exemplo que dei acima e faz umas contas de merceeiro num guardanapo e verifica a que valores chegas para 200 pórticos de informação (podemos até esquecer as barreiras de fecho de estrada pelos motivos que apresentei em cima), não te esqueças que não é só o pórtico, é também o sistema de alimentação eléctrica (esquece lá os paineís solares porque estamos numa zona de floresta cerrada como se pode ver pelas imagens onde o rendimento de um painel solar seria zero), sistema de comunicação minimamente fiável (ao contrário do que pareces acreditar a cobertura GSM nestas zonas de serra é muito fraca e falível, como de resto os relatos dos populares demonstram), manutenção das infraestruturas e uma central de comando e tratamento dos dados...

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ha tantas decadas que se estudam todas as envolventes dum incendio que ja podiam ter um mapa muito completo das zonas piores
É muito bonito o que alguns "especialistas" têm "vomitado" nas televisões de que tudo isto é perfeitamente previsível e não se tratou de situações nunca antes vistas\estudadas, é muito bonito e "simples" fazer teses, estudos e análises depois de o incêndio estar extinto e com todo o tempo do mundo, agora quem conhece minimamente a serra "Portuguesa" e o comportamento dos incêndios nesta sabe que são incontáveis as variáveis que afectam a progressão do incêndio, relevo (ás várias escalas e com todas as variante possivéis, encosta onde está o incêndio, vale onde está o incêndio, serra onde está o incêndio "concelho" onde está o incêndio...), vegetação existente (desde a simples erva até ao mais alto eucalipto, todas as espécies vegetais reagem de maneira diferente ao fogo e de forma diiferente em função do seu tamanho, humidade ou zona que está a ser queimada pelo fogo, isto é verdade não só nas espécies de forma individual mas também na sua relação umas com as outras), humidade ambiente, direcção dos ventos, etc. e temos também de ter em conta que o incêndio só por si à medida que avança vai alterando as condições de humidade ambiente e ventos bem como de humidade do coberto vegetal por exemplo. Temos de ter em conta que as características do coberto vegetal se alteram muito facilmente no período da primavera por exemplo pelo que não basta recolher estes uma vez é necessário a sua recolha constante, mesmo que disposessemos desses dados seriam milhões de variantes em milhões de pontos diferentes (o comportamento de uma frente de fogo não se pode extrapolar pelo comportamento do fogo num ponto específico, toda a área a arder interfere no comportamento do fogo bem como a área que irá arder a seguir e a área que já ardeu) todas estas variantes teriam de ser analisadas e calculadas em tempo quase real e concerteza que não será um Raspberry Pi a conseguir fazê-lo em tempo útil para um incêndio destas proporções, se assumirmos um atraso de meia hora entre o início de inserção dos dados e a chegada do cenário previsto ao "terreno" esta informação já seria irrelevante pois as condições e o posicionamento do incêndio já teriam mudado completamente em relação aos dados iniciais.
« Última modificação: 20 de Junho de 2017, 23:08 por artur36 »

Offline senso

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Re: Drone Pessoal
« Responder #66 em: 21 de Junho de 2017, 01:09 »
Vocês vivem no paraiso ou nem têm noção da porcaria que dizem..
Para teres noção mora a 30km de Coimbra, 30 da Figueira e 40 de Aveiro, tenho A14 e A17 a 5 minutos de casa, tenho antena da vodafone a 5km de casa, da PT a 6km de casa e da Nos a 3Km de casa, só tenho rede Vodafone num dos cantos, PT no outro e Nos é zero, aquelas coisas giras que chamam de pinheiros e eucaliptos mais altos que as antenas chateiam um bocado o sinal, ou nunca andaste numa AE para saber que a cobertura de sinal de telemóvel é tudo menos total ou então deves ter um telefone satélite..

Tens cobertura em quase toda a AE para o 112 porque tens redes diferentes em partes diferentes, mas não tens cobertura total de todas as operadoras.
A A17 ou A25 da Sanguinheira até Mira vais o tempo quase todo sem rede no telemóvel(vodafone), mas yup, tens cobertura nela toda..
Logo depois da área de serviço na zona de Vagos ficas outra vez sem rede..
Avr fanboy

Offline SerraCabo

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Re: Drone Pessoal
« Responder #67 em: 22 de Junho de 2017, 10:52 »
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