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Autor Tópico: Preparar bancada de testes  (Lida 2504 vezes)

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Offline artur36

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Re: Preparar bancada de testes
« Responder #90 em: 10 de Setembro de 2017, 15:48 »
Usa-se uma mão, por exemplo, para com as duas pontas medir a resistência um componente num circuito que está desligado. Onde há o curto circuito?

Muito importante esta frase para o assunto em estudo, usa uma única mão para segurar as duas pontas de prova a medir um circuito desligado... Realmente é melhor manter a outra mão afastada não vá apanhar um esticão, ou será que precisa da outra mão para outra tarefa enquanto está a fazer medições (quem sabe segurar no multímetro ou até registar o valor a medir) ao contrário do que tem advogado até aqui.

Citar
Não estou num concurso de identificar perigos. Tenho mais que fazer. Dei um exemplo de um perigo que se corre em determinadas circunstâncias e da solução que milhões de gajos usam para se defenderem.
Espero que o mais que fazer seja identificar os riscos/perigos a que irá estar sujeito antes de iniciar um qualquer trabalho como dizem as normas de segurança. Já me esquecia que para si as regras de segurança só servem para criar insegurança e causar acidentes, para si basta-te colocar a mão atrás das costas e está safo.
Ninguém lhe pediu para identificar todos os perigos existentes, apenas a descrição minimamente pormenorizada com uma série de acções que levam á passagem de uma corrente mortal através do coração corrente essa que não possa ser evitada com um diferencial devidamente funcional mas que é evitada pela mão atrás das costas.
O exemplo que deu foi contraposto por mim e o caro apressou-se a alterá-lo para um caso de tensões "induzidas" capacitivamente, caso esse de que eu duvidei e expus algumas falhas. Além de expor aquilo que considero algumas falhas pedi para que demonstra-se como é que essa suposta tensão capacitiva possuí capacidades de formar uma corrente mortal, mais uma vez o SerraCabo preferiu ignorar completamente.

Quanto á "solução usada por milhares de gajos para se defenderem", devo dizer que já tive o prazer de trabalhar com dezenas de electricistas e técnicos de automação de vários pontos do país (inclusivé da zona de Lisboa) e 3 técnicos/engenheiros alemães (de uma multinacional bastante conhecida pelo fabrico de máquinas para trabalhos em madeira) e em nenhum momento vi qualquer um deles a trabalhar com a mão atrás das costas para se defenderem.
Podemos assumir que tal se deve á minha relativamente curta experiência, mas amanhã já confirmo melhor com os colegas de trabalho se algum deles usa ou já viu usar tal técnica. Tenho o prazer de trabalhar com técnicos e projectistas que estão no ramo á bastantes anos, alguns deles com mais anos de experiência que eu de idade. Um deles com mais anos de experiência que a grande maioria dos users daqui (se quiser partilhar quantos anos de experiência/idade tem depois podemos comparar ;) ).

Quanto ao futebol vejo que continua a tentar desviar a conversa para pontos que não têm absolutamente nada a ver com electricidade ou segurança.

Offline vasco

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Re: Preparar bancada de testes
« Responder #91 em: 10 de Setembro de 2017, 22:33 »
Foste contemplado por um "mini-darwin-award", apesar de já no início dos anos 70 existirem "regulamentos"/conhecimentos de que não devias fazê-lo (segundo o que te lembras até na literatura infantil já se falava nos perigos da electricidade), como criança curiosa que eras foste experimentar qual a sensação, tiveste uma segunda oportunidade, de certeza que a tua atitude mudou a partir daí.

Não posso dizer que me tenha ficado com medo da electricidade, mas certamente não voltei a repetir a brincadeira.
Ao longo da vida acho que apanhei mais uns dois ou 3 choques, um deles, nessa mesma casa, onde um artista qq fez a instalação de dois candeeiros de parede segurando o fio com pregos/tachas pelo meio do isolamento.
Mas de resto não tenho muito a tendência para meter os dedos em sítios esquisitos. Até consegui passar um período de electrotecnia (8º ano, 9º ano, por aí) sem nenhum incidente. :-)

Citar
O espasmo que dizes não ter sentido foi aquilo que te safou, o braço ao contrair em duração do corpo arrancou as mãos dos fios. Fizeste aquilo que o Araújo e o SerraCabo indicam como sendo a situação mais perigosa e que apenas uma mão nas costas/bolso/ilharga é capaz de evitar, no entanto não morreste, o que comprova que é preciso mais erros graves ainda para morrer, mesmo em contactos voluntários e a AGARRAR uma fase e o neutro a corrente não é suficiente para matar.

Tenho uma vaga lembrança que nas tomadas da parede o cobre não estava completamente flush com o buraco no plástico, portanto o que pode ter acontecido foi que um dos lados tocou apenas no exterior e o movimento involuntário terminou o contacto imediatamente. Posso ter sido salvo por uma importante falha de segurança :-)
O ser suficiente para matar é sempre função da intensidade E do tempo.

Citar
By the way nunca ouvi falar de ninguém atingido directamente por uma descarga atmosférica que sobrevivesse, o único caso semelhante que conheço é de alguém que estava a 1 ou 2 metros do "ponto de entrada" na terra de um relâmpago e que esteve inconsciente mais de meia hora até ser encontrado por um familiar, não morreu mas passado um ano ainda era seguido regularmente por um cardiologista e tomava cerca de 10 comprimidos diários para manter o coração a trabalhar devidamente.

Eu também não conheço ninguém que tenha sido atingido por um raio. Mas ocasionalmente aparecem noticias nessa sentido, lembro-me de ter lido num livro dos records possivelmente dos anos 80 o caso de um guarda florestal que já tinha sobrevivido a vários.

Enfim, não sei, acho que também há algum grau de sorte nisto.

Offline artur36

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Re: Preparar bancada de testes
« Responder #92 em: 10 de Setembro de 2017, 23:19 »
Eu também não conheço ninguém que tenha sido atingido por um raio. Mas ocasionalmente aparecem noticias nessa sentido, lembro-me de ter lido num livro dos records possivelmente dos anos 80 o caso de um guarda florestal que já tinha sobrevivido a vários.
Enfim, não sei, acho que também há algum grau de sorte nisto.

Acho que essas notícias são um pouco sensacionalismo, provavelmente o que acontece é como o caso que conheço, segundo o familiar que o encontrou o homem teria ido ao palheiro fazer qualquer coisa e entretanto a tempestade de verão rebentou tendo sido aquele um dos primeiros relâmpagos que caiu, como demorava a voltar mesmo estando já a chover esse familiar foi ver o que se passava e deu com ele inanimado a um ou dois metros da extremidade da eira, ainda dentro da eira, é o chão revolvido e a terra queimada  junto á beira da eira no local onde supostamente caiu o relâmpago. Sobreviveu ao relâmpago por 1 ou 2 segundos mas não foi atingido directamente por este, o guarda florestal poderia eventualmente estar abrigado junto a uma árvore que serviu de condutor, provavelmente apanhou um valente susto e queimaduras pela energia libertada mas "só" isso.

Offline LVirtual

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Re: Preparar bancada de testes
« Responder #93 em: 11 de Setembro de 2017, 08:23 »
aqui ha uns anos o meu patrao ofereceu-me uma folha com um texto que dizia assim:

"O lugar mais seguro na Terra, é a cadeira do patrao,
nunca lá cai um raio que o parta!"

 ;D
"O defeito mais grave dos humanos, aquele que coloca mais obstáculos à sua evolução, é a crença profundamente arreigada na infalibilidade dos seus raciocínios e dos seus pontos de vista."

Online jm_araujo

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Re: Preparar bancada de testes
« Responder #94 em: 14 de Setembro de 2017, 10:24 »
Nem de propósito, foi iniciado este tópico ontem no EEVBlog:
http://www.eevblog.com/forum/beginners/rcd-or-isolation-transformer-what-is-best-to-use-for-safety/

Gostei da 2ª resposta, pelos vistos os australianos também são uns preguiçosos. Mas que percebem eles de perigos naquele continente para bananas cheio de animais fofinhos e inofensivos ::) ::)

E também da 6ª resposta, um americano... é só calaceiros no EEVBlog  >:D >:D >:D