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Autor Tópico: Da teoria à pratica.  (Lida 2231 vezes)

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Offline Kristey

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Da teoria à pratica.
« em: 30 de Novembro de 2015, 01:00 »
Ora boa noite.

Aqui pela net a vascular coisas sobre o eagle, para fazer uma pcb, entrei numa lib de transistores...e são uns 100 diferentes 2N****

Ora estas coisas de andar a estudar electrónica na Universidade, são muito engraçadas e fazem-me saber a teoria de quando é a corrente que passa no ramos XPTO etc etc, mas depois fico a olhar para um palácio porque entre tanto transistor não faço a mínima ideia do que escolher para o que eu quero...

Já agora o esquela que estou a seguir é para fazer um modulo de relé. E tem la o 2N3904, mas porque não o 2N222 (2N222 é o que tenho usado sempre com relés)?
Ou outro qualquer?


Cumprimentos

Offline KammutierSpule

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Re: Da teoria à pratica.
« Responder #1 em: 30 de Novembro de 2015, 01:27 »
Segundo a minha teoria "qualquer um serve desde que sirva para o que pretendes"

Talvez o mais importante seria perceber primeiro quais sao as principais características e funcionalidades do componente. Depois vais repara que eles na maior parte diferem em coisas "minúsculas " que podem nao interessar nada p o teu caso.

Para o relê, o q pretendes eh activa.lo controlando um transístor com um pino do micro (exemplo)
Como o pino do micro nao fornece corrente suficiente, usa.se um transístor para fazer esse swit ch.
Queres portanto um qualquer transístor que faca source ou sink de corrente suficiente para activar o relê
Serve qualquer um desde que consiga no mínimo (mais a tolerancia de engenheiro ) ter corrente para activar o relê.

Neste caso o mais importante (ao copiar o esquema da net) eh ver se precisamos de um pnp ou  npn... e a corrente:)



Offline jm_araujo

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Re: Da teoria à pratica.
« Responder #2 em: 30 de Novembro de 2015, 10:56 »
É como diz o Mário, qualquer um serve desde que faça o pretendido.

Normalmente se vou encomendar uso a parte mais comum: ordeno num vendedor online pela disponibilidade (Link exemplo NPN To92 na  Farnell), ou então pelos mais baratos no ebay em quantidade (link exemplo) A nova indicação no ebay de quantos é que já foram vendidos é fixe. Engraçado verificar que em ambos os casos o 2n3904 é o que aparece primeiro ;)

E compra-se sempre a mais (podes queimar um, querer fazer testes em paralelo com o produto final, etc) e nas vezes seguintes já não se põe esse problema, vais à caixa de partes ver o que lá tens (ninguém está para esperar umas semanas e gastar os €€ por um componente funcionalmente semelhante ao que já tens na mão).

Como em quase tudo na vida, não há uma solução ótima e andar à procura dela em vez de seguir o exemplo dos outros só serve para perder tempo e eventualmente obter satisfação pessoal de aprender qualquer coisa e de se tomar a melhor decisão, mas que muitas vezes fica eclipsada ao verificarmos que chegamos exatamente ao mesmo resultado.
« Última modificação: 30 de Novembro de 2015, 11:00 por jm_araujo »

Offline senso

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Re: Da teoria à pratica.
« Responder #3 em: 30 de Novembro de 2015, 20:14 »
O DC to daylight debruca-se um bocadinho sobre o aspecto de porquê se escolher componente X ou Y, abordagens á lá universidade no mundo real não funcionam(feliz ou infelizmente).
Avr fanboy

Online Hugu

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Re: Da teoria à pratica.
« Responder #4 em: 01 de Dezembro de 2015, 19:18 »
qq um serve se fizer o trabalho pretendido e que seja o mais barato e exista em stock! :P

ha por aí sites que permitem escolher componentes mediante algumas caracteristicas dos componentes que pretendes...

Offline Njay

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Re: Da teoria à pratica.
« Responder #5 em: 01 de Dezembro de 2015, 19:47 »
Há muita variedade de componentes porque nenhum é ideal. O cobertor é curto, e um que é muito bom na característica X e Y é pior na Z, e depois há outro que é bom na Z e mau na X e Y. Agora depende do que é que é importante para a tua aplicação, se X, Y ou Z. Depois ainda há o custo.

É preciso conhecer o que há no mercado. Isso começamos por fazer vendo o que outros usam nos seus circuitos. O 2N2222 era tradicionalmente mais caro que o 2N3904. Também são transístores americanos ou da nomenclatura americana, e há 20 ou 30 anos não eram fáceis de encontrar cá em Pt, sendo que o transístor NPN "jelly bean" básico, fácil de encontrar e barato eram os da gama BC54x (BC indica "low frequency, low power" ou similar; esta nomenclatura é a europeia) como o BC547, BC548, BC549. Assim de cabeça o 2222 tinha um Ic máxima maior (uns 800mA, mas depende do pacote) enquanto que o 2N3904 tem um Ic máximo de 200mA. Depois há diferenças noutras características. Se o 2N3904 serve para a tua aplicação, não vais gastar mais dinheiro num 2N2222. Um 2N3904 hoje em dia está na mesma gama de preço dos BC54x, por isso não vale a pena usar um BC, que tem Ic máximo de 100mA.
« Última modificação: 01 de Dezembro de 2015, 19:50 por Njay »

Offline Kristey

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Da teoria à pratica.
« Responder #6 em: 05 de Dezembro de 2015, 03:57 »
Obrigado antes de mais.

Há muita variedade de componentes porque nenhum é ideal. O cobertor é curto, e um que é muito bom na característica X e Y é pior na Z, e depois há outro que é bom na Z e mau na X e Y. Agora depende do que é que é importante para a tua aplicação, se X, Y ou Z. Depois ainda há o custo.

É preciso conhecer o que há no mercado. Isso começamos por fazer vendo o que outros usam nos seus circuitos. O 2N2222 era tradicionalmente mais caro que o 2N3904. Também são transístores americanos ou da nomenclatura americana, e há 20 ou 30 anos não eram fáceis de encontrar cá em Pt, sendo que o transístor NPN "jelly bean" básico, fácil de encontrar e barato eram os da gama BC54x (BC indica "low frequency, low power" ou similar; esta nomenclatura é a europeia) como o BC547, BC548, BC549. Assim de cabeça o 2222 tinha um Ic máxima maior (uns 800mA, mas depende do pacote) enquanto que o 2N3904 tem um Ic máximo de 200mA. Depois há diferenças noutras características. Se o 2N3904 serve para a tua aplicação, não vais gastar mais dinheiro num 2N2222. Um 2N3904 hoje em dia está na mesma gama de preço dos BC54x, por isso não vale a pena usar um BC, que tem Ic máximo de 100mA.

Pode-me dizer se esse conhecimento: "gama BC54x (BC indica "low frequency, low power" ou similar" pode ser adquiro apenas de por experiência ou há alguma "bíblia" para aprender sobre o que há no mercado?

Eu conheço muito pouco dos componentes físicos e suas referências.
Por exemplo para mim um diodo é um diodo, queda de 0,7v e mais nada... Foi isso que me ensinaram e foi isso que aprendi. Obviamente que para terem referências alguma coisa devem diferir...


O DC to daylight debruca-se um bocadinho sobre o aspecto de porquê se escolher componente X ou Y, abordagens á lá universidade no mundo real não funcionam(feliz ou infelizmente).

Cada vez me convenço que não ando lá (na universidade) a fazer nada... Aprendo muito mais fora por mim do que a aprender coisas que pelos vistos não servem para nada, ou já serviram à 20 anos a trás.
« Última modificação: 05 de Dezembro de 2015, 03:59 por Kristey »

Offline jm_araujo

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Re: Da teoria à pratica.
« Responder #7 em: 05 de Dezembro de 2015, 10:52 »
Continuas muito agarrado a um estilo de aprendizagem académico. Tens aqui várias boas respostas e continuas à procura de uma "bíblia". A bíblia de componentes são os catálogos dos fornecedores, com a grande vantagem que hoje em dia tem procuras paramétricas, filtragens por disponibilidade e preço, etc.
Não estás bem a ver o que era folhear um catálogo da Farnell de umas 1000 páginas à procura de um componente. Em compensação era uma forma fixe de ver o que existia no mercado.

Quando ao comentário sobre a faculdade, também acho que estás com uma visão errada. Os meus melhores profs deram-me cedo a explicação do seu funcionamento e que já mais que confirmei: O objetivo é dar-te umas fundações de conhecimentos que mais tarde quanto entrares para o mundo do trabalho possas entender o que estás a fazer, e as razões de porque é que as coisas são feitas como são, e com esse conhecimento poderes fazer alterações ou criar coisas novas. Eu consigo treinar qualquer pessoa sem formação superior a fazer o meu trabalho, mas quando forem necessárias alterações (e acontece várias vezes) vão patinar. E isto num caso tão simples como o meu que profissionalmente sou um "engenheiro de excel".

A melhor maneira de aprenderes o que queres (que componentes usar e em que situações) é dedicares-te ao hobby de eletrónica em paralelo. Na faculdade aprendi como os transístores funcionam e entender todos os seus parâmetros, mas que o BC547 é dos mais usados (e ainda antes da net!) foi aprendido com uns 10 anos de assinatura de Elektor e muitas outras revistas a ler e tentar entender todos os projetos e seus esquemas, com a mesma avidez que muitos preferem dedicar à Bola ou Jogo.
Hoje em dia é muito mais fácil, e custa-me muito entender a tua dificuldade, ao ponto de quase me  parecer preguiça: queres a papinha feita em vez de te enfiar de cabeça em projetos e esquemas para aprender. Tenho más notícias, não há soluções "fáceis" e o tempo que perdes à sua procura era melhor despendido a meter as mãos na massa.

É como por exemplo conduzir um carro: podes ler 1001 livros a explicar os controlos e como se conduz, mas só vais aprender a conduzir de forma prática, não há atalhos!

E outra grande vantagem da eletrónica como hobby é que se te enganares a escolher um transístor são uns cêntimos que gastas, e só se o queimares! A maior investimento é o tempo, os componentes nunca estiveram tão baratos nem a oferta nunca foi tão grande!

Pega numa Elektor de Verão antiga (revista dupla de Julho-Agosto com umas dezenas de projetos) e estuda os projetos de uma ponta a outra que vais ver como descobres quais os componentes mais usados e topologias habituais . Tens aqui um link para uma encontrado no Google: http://david.alfa-romeo.eu/elektro/Elektor_Electronics/2004/Elektor%202004-07-08.pdf


Offline samc

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Re: Da teoria à pratica.
« Responder #8 em: 05 de Dezembro de 2015, 13:08 »
Cada vez me convenço que não ando lá (na universidade) a fazer nada... Aprendo muito mais fora por mim do que a aprender coisas que pelos vistos não servem para nada, ou já serviram à 20 anos a trás.

Compreendo de certa forma a tua frustração. Também senti o mesmo enquanto estudava especialmente algumas cadeiras. Nalguns casos o que contribuiu para isso era o que observava nos professores, não quero parecer um crítico infundado, mas tenho de fazer justiça ao dizer que como em qualquer profissão há maus e bons profissionais. No caso de alguns professores vi que tinham sido excelentes alunos e que isso valeu-lhes uma carreira na docência, no entanto, "pararam no tempo" (falava de várias coisas muito comuns na atualidade que desconheciam completamente) e deixaram de se atualizar no meio tecnológico e o programa que utilizavam nas aulas era um programa que já estava criado há vários anos atrás desde o início da cadeira e notava-se que não existia nenhum esforço em dinamizar ou adaptar o ensino.

No entanto, só após deixar de estudar é que comecei a encarar o que aprendi (e que me fazia tanta confusão ter de aprender) de uma forma diferente e a valorizar o conhecimento. É claro que esqueci-me de 90% do que tive de aprender, no entanto, as bases ficaram e por exemplo, embora já me tenha esquecido de alguns cálculos para utilizar na calibração de instrumentos (teria de os rever caso precisasse de fazer novamente esse trabalho) devido à parte teórica que tive de estudar encaro as coisas de forma muito diferente e com outra perspectiva. Neste exemplo, posso acrescentar que quando saiu o vídeo sobre "o objeto mais redondo do mundo" olhei para aquilo não como mais uma "curiosidade gira", mas como um projeto de grande importância cientifica, isto porque tinha bases sobre a importância/dificuldade de se criarem unidades de medida padrão e estáveis.

Outro pormenor é que com os programas atuais das licenciaturas (3 anos) e com a carga horária das disciplinas não podes esperar sair de lá "especialista" nalguma coisa. Podes ter a possibilidade de te "especializar" mais ou menos numa área no teu projeto final de curso/tese mas de resto, não há tempo para se dedicarem demasiado a uma matéria. A universidade vai contribuir para a tua formação base e dar-te as ferramentas para estudares. Com essas bases é que podes nos teus tempos livres ou posteriormente na tua atividade profissional (onde irás dedicar-te a uma área mais especificamente) adquirir mais facilmente conhecimento e aplicar essa aprendizagem (é a tal história de "não dar o peixe mas antes ensinar a pescar").

Offline artur36

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Re: Da teoria à pratica.
« Responder #9 em: 05 de Dezembro de 2015, 15:30 »
Só uma achega para confirmar o que já foi dito por alguns, infelizmente no meu CET assisti a muitos casos idênticos em que os alunos esperavam que os professores lhes dessem a receita/fórmula mágica que lhes permitia safar-se ao invés de compreender o real funcionamento das coisas.
Faltava-lhes precisamente o  hobby para perceberem que não pode ser tido copy/paste, e que só conhecendo realmente o funcionamento das coisas se conseguem resolver problemas.
Uma coisa que me lembro no CET foi precisamente na primeira aula de electrónica o professor ter perguntado as bases que cada um trazia e a meio da turma parou o "inquérito" muito escandalizado como era possível que a maior parte da turma apesar de querer seguir para engenharia electrónica nunca tinha feito qualquer projecto simples de electrónica

Offline Njay

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Re: Da teoria à pratica.
« Responder #10 em: 05 de Dezembro de 2015, 23:55 »
Pode-me dizer se esse conhecimento: "gama BC54x (BC indica "low frequency, low power" ou similar" pode ser adquiro apenas de por experiência ou há alguma "bíblia" para aprender sobre o que há no mercado?

Tão? Agora deu-te pa me tratar por você? :p
Vi há muitos anos uma tabela numa revista de electrónica, mas podes encontrar on-line, por exemplo:

http://educypedia.karadimov.info/electronics/transistorcode.htm

Portanto BC quer dizer "transístor de silício, frequências de áudio, low power". (a parte de frequencias de audio (AF) na verdade é treta, que eles fazem bastante mais, mas suponho que a nomenclatura tenha surgido antes dos transístores "fraquinhos" darem para muito mais que audio, não sei).

Quanto ao resto acho que já te esclareceram devidamente...
« Última modificação: 05 de Dezembro de 2015, 23:59 por Njay »

Offline Kristey

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Da teoria à pratica.
« Responder #11 em: 06 de Dezembro de 2015, 05:45 »
jm_araujo as coisas nao são de todo assim.
Se eu nao pesquisasse, e não me interessasse não tinha dado dois exemplos sobre circuitos iguais (activar um relé) em que um utilizava um 2N3904 e outros o 2N2222 só queria na realidade entender as verdadeiras diferenças, porque nunca ninguém me ajudou a entender um datasheet e o que é importante reter dele para os diferentes TIPOS de aplicações.

A minha pergunta para o Njay foi precisamente para perceber como é que ele sabia aquelas questões:
Citar
Portanto BC quer dizer "transístor de silício, frequências de áudio, low power".

À qual tu respondesse com a tal revista que me aconselhaste, era isso que eu procurava saber, onde podia ir buscar mais informação decente, porque hoje em dia o que ha mais na internet é desinformação.

Sobre o por as mãos na massa, conto pelos dedos das mãos os meus colegas de curso (em quase 700) que fazem alguma coisa pratica como eu tento fazer. Se o objectivo é o menor esforço, um modulo de relé que funciona muito bem no ebay custa 2 euros, nem me chateava mais com isso.

Tenho oportunidade de fazer eu a pcb e o desenho do que quero, e foi isso que fiz, mãos na massa.

O que eu falo do curso, e pelo que vejo que a realidade dos cursos mudou muito de à uns tempos para cá, no meu o objectivo é um e só um, formar o típico engenheiro investigador.

Eu vou a alguns professores perguntar problemas práticos para tentar ajuda na pesquisa para a solução e sinto mesmo que pouco ou nada ajudam, pois na pratica "isso depende"...
Foi mais nesta base que eu fiz o meu desabafo.
« Última modificação: 06 de Dezembro de 2015, 14:14 por Kristey »

Offline Njay

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Re: Da teoria à pratica.
« Responder #12 em: 18 de Dezembro de 2015, 02:06 »
E então, já escolheste o transístor pó teu relé?