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Autor Tópico: Drone Pessoal  (Lida 13757 vezes)

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Offline Kristey

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Re: Drone Pessoal
« Responder #15 em: 07 de Junho de 2017, 02:42 »
Ainda bem que li tudo antes de responder ao post da "preocupação excessiva" e vi que eras bombeiro :D
(Homens pelo qual tenho total apresso, pois tenho muitos familiares bombeiros e eu só não o sou porque não tenho uma vida estavél para isso, nem muito tempo)

Mas esse discurso faz-me tanta mas tanta comichão...
Todos nós desde pequeninos aprendemos a andar caindo, todos nós aprendemos a usar uma bicicleta esfolando os joelhos...
Não quero com isto dizer que se deva fazer as coisas com o mínimo de condições de segurança, sobe tentativa e erro até estar bom.
Mas o excesso de zelo é um castrador nato de tudo aquilo que se pode fazer para uma sociedade inovar, em tudo, seja na tecnologia, seja no entretenimento, seja em qualquer área. E nós em Portugal somos peritos nisso...

Muitas vezes ouve-se: "É pa vi isto lá fora nas minhas ferias e foi do carai, brutal, nunca vi isto no nosso país, sempre a mesma coisa nunca temos nada de novo..."
E muitas vezes por causa dessa mentalidade castradora... Não por falta da vontade da organização em fazer melhor e melhor.

E agora vem a parte em que foi bom saber que eras bombeiro ou isto seria escrito com "menos cuidado".
Eu trabalho com pirotécnia, já fiz muitos eventos de grande dimensão, e outros que se pretendia a todo o custo aproximar do melhor que se faz a nível internacional. Conclusão estes últimos: vetado vetado vetado...
Dou por exemplo os festivais de musica, internacionalmente temos festivais brutais, com espectáculos de pirotecnia fantásticos envolvendo o publico e sobrevoando o mesmo, em estádios de futebol, e estruturas previamente analisadas para o efeito que reunam as condições de segurança necessárias.
Ora ca em Portugal num festival qualquer não se pode fazer NADA, uns repuxos e já se vai com sorte.
Quando estas questões são muito simples, os técnicos têm formação, e não são nenhuns malucos. Somos os primeiros a ter medidas de segurança para não magoar ninguém, e é isto que eu concordo com o Njay, é preciso um sentido de responsabilidade maior, e passado desde cedo, e não levianamente.
Todos temos as nossas virtudes, conhecimentos e formações e de certo que há entidades fiscalizadoras, e muito bem, contudo castrar a partida algo por medo sem confiar num técnico/engenheiro que trabalha à anos e é o primeiro a não querer problemas e dai toma todas as medidas de segurança, é ridículo. Podem apertar na fiscalização, no cumprimento das normas e regras de segurança (acho muito bem e perfeitamente justo, porque maus profissionais e gente leviana ha em todo o lado).

Ja tive alguns espectáculos em que fomos nós a dizer não, tanto no sitio de montagem, como no momento de disparar (vento), ja tive outros espectáculos em que não queriam, e "matei-me" pela realização do mesmo garantindo que nada iria a acontecer, e fiz com sucesso.
Podes dizer que acidentes acontecem, claro que sim, mas isso é como tudo e em tudo, o risco tem é de ser controlado e para isso ha medidas a tomar e não deveria passar por uma simples proibição.

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Re: Drone Pessoal
« Responder #16 em: 07 de Junho de 2017, 08:06 »
enquanto alguem vê mil e um perigos nesta "geringonça" eu vejo uma excelente plataforma de apoio ao socorro medico em locais onde os helicoptros nao conseguem ir.
Como por exemplo chegar á janela dum 15 andar para poder salvar alguem mais rapidamente dum fogo ou dum assassinato domestico, altura a que nem as escadas magirus chegam como eu ja assisti in loco uma vez. Um predio de 15 andares, a cozinha do 13º a arder, do lado onde os bombeiros puderam estacionar o veiculo da escada o 13º era equivalente a um 16º por causa do declive da rua. a agua da mangueira so subia uns 3 metros acima da escada, estava vento. foi uma meia hora de afliçao para todos a espera que o gas acumulado na cozinha rebentasse tudo.
isto é um exemplo real a que eu assiti. Se os bombeiros tivessem tido acesso a esta plataforma voadora tinham podido entrar pela janela ao lado que pertencia ao mesmo apartamento e ate levado consigo a ponta da mnagueira na plataforma teriam conseguido resolver a situaçao bem melhor e mais rapido. assim uns 15 minutos depois de estarem a tentar atirar agua la para cima acabaram por levar a mangueira pelas escadas, e de certeza que ja iam um bom bocado cansados, porque subir 13 pisos de degraus numa situaçao de stress da sempre cabo do canastro a qualquer um, ate mesmo aos bombeiros carregados com capacete, machados e casacoes anti-fogo. Ainda sao uns quilos valentes ás costas.

Agora numa situaçao talvez mais hipotetica mas nao menos real, um turista ou um banhista que cai duma arriba e fica enfiado no meio das rochas numa praia ou encosta qualquer, um heli de socorro pode demorar um grande tempo a chegar lá e por causa dos ventos ou da inclinaçao da encontas pode nao conseguir nada de util durante uma hora ou mais. Uma plataforma destas transportada num dos carros dos bombeiros construido para este fim, em poucos minutos conseguiria colocar junto ao sinistrado um paramedico ou outra pessoa com formaçao medica suficiente para prestar os primeiros socorros e quem sabe salvar a vida dessa pessoa.

Isto sao apenas 2 exemplos completamente reais e que acontecem com frequencia no nosso país.
e isto so para falar em situaçoes em que sao os bombeiros a intervir em primeiro lugar.
pode-se tambem extrapolar para as forças de segurança em milhentas situaçoes, bem como para as forças armadas, por exemplo para atravessar e destruir um campo minado num teatro de guerra qualquer.
Eu so vejo coisas uteis que se podem fazer com esta plataforma.

Se um drone pode perder o controlo e ir contra alguem? pode.
mas uma criança a brincar num jardim a atirar pedras como ja tenho visto tambem causa o mesmo estrago de um drone se atirar a pedra na direçao de alguem. ou um cao a atirar-se a alguem so porque é parecido com alguma pessoa que lhe fez mal antes.
Antes dos drones terem sido inventados ja havia todo o tipo de incidentes nos jardins que existem actualmente...
"O defeito mais grave dos humanos, aquele que coloca mais obstáculos à sua evolução, é a crença profundamente arreigada na infalibilidade dos seus raciocínios e dos seus pontos de vista."

Offline senso

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Re: Drone Pessoal
« Responder #17 em: 07 de Junho de 2017, 12:54 »
É positivamente instavel com uma pessoa, queres juntar uma pessoa em pânico á receita e esperar que não se chapem logo os dois no chão?..

E isso não tem capacidade de elevação para pendurar 13 andares de mangueira mais água, que com umas 3" e meia duzia de telas deves estar a olhar a mais de 100kg, não me parece viavel com as baterias actuais.

Entrar com um monte de baterias e eletrónica para uma cozinha saturada de gás, humm..

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Re: Drone Pessoal
« Responder #18 em: 07 de Junho de 2017, 14:31 »
É positivamente instavel com uma pessoa, queres juntar uma pessoa em pânico á receita e esperar que não se chapem logo os dois no chão?..

E isso não tem capacidade de elevação para pendurar 13 andares de mangueira mais água, que com umas 3" e meia duzia de telas deves estar a olhar a mais de 100kg, não me parece viavel com as baterias actuais.

Entrar com um monte de baterias e eletrónica para uma cozinha saturada de gás, humm..

nao foi nada disso que eu salientei...
nao era entrar para uma cozinha, mas sim para a janela do lado que era o quarto do mesmo apartamento.
para que pelo menos um bombeiro pudesse levar por exemplo uma corda leve de nylon atada na ponta da mangueira e la chegado começasse a puxar a corda e a mangueira, seria bem mais rapido do que a meia hora que levaram para começar a tomar conta do incendio.

ainda outra coisa relacionado com bombeiros que me lembrei agora, serve por exemplo para nao deslocar uma escada magyrus para qualquer predio para ir tirar o gato de cima das cordas da roupa ou duma arvore, como tambem para quando se chama os bombeiros para ir abrir a porta de casa por dentro atraves da escada magyrus...
sao gastos monetarios e de tempo que seriam facilmente resolvidos com uma plataforma destas, devidamente "trabalhada" para garantir a segurança do operador. pelo que vi no video nao é mais instavel que uma daquelas maquinas com cesto elevatorio a 4 metros de altura que se usa muito nas obras e nao só...

e a autonomia das baterias tambem dependera muito do peso da pessoa. obviamente nao estamos a falar de pessoas encorpadas a pesar 90 kilos para cima... ;)

com os devidos aperfeiçoamentos esta plataforma serve para muitas coisas uteis ao contrario do que algumas pessoas pensem...
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Offline senso

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Re: Drone Pessoal
« Responder #19 em: 07 de Junho de 2017, 14:41 »
Hélices expostas exigem sempre proteção decente, logo terás de começar com alguem com 50kg para não chegar aos 90kg.

Não acho que seja a coisa mais segura para se utilizar nesse tipo de situações, mas é só a minha opinião.
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Re: Drone Pessoal
« Responder #20 em: 07 de Junho de 2017, 14:45 »
ha bombeiros levezinhos, assim como paramedicos e outros ... ;)
eu acho que com as devidas adaptaçoes e correcçoes sera tao segura como qualquer outro veiculo motorizado, mas é só a minha opinião...

todos os dispositivos podem ser usados de maneira segura ou insegura, para fazer bem ou para fazer mal, so dependera do seu operador humano...
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Offline senso

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Re: Drone Pessoal
« Responder #21 em: 07 de Junho de 2017, 14:50 »
Acho que 6-8 hélices a rodar acima de 1000rpm's á tua volta aumentam ligeiramente o factor "engraçado" do aparelho.
Vê o video e vê o que aquilo oscila ao percorrer uma rota estudada N vezes e controlada para não ter nenhum obstáculo pelo caminho, nem para ir a correr com a sirene ligada atrás do Tico da TiMaria.

Drones e afins é muito bonito e já não é uma nem duas empresas que gastam milhões para fazer veiculos voadores baseados em quads e companhia, até ver, o resultado é autonomias de minutos, ou não passam de pipe dreams.

Levar uma corda ou agarrar num gato tambem um drone sem ninguem com um braço lá agarrado tambem o faz perfeitamente e tiraste o factor ter de carregar com um passageiro da equação..
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Offline artur36

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Re: Drone Pessoal
« Responder #22 em: 07 de Junho de 2017, 21:13 »
Ainda bem que li tudo antes de responder ao post da "preocupação excessiva" e vi que eras bombeiro :D
(Homens pelo qual tenho total apresso, pois tenho muitos familiares bombeiros e eu só não o sou porque não tenho uma vida estavél para isso, nem muito tempo)

Mas esse discurso faz-me tanta mas tanta comichão...
Todos nós desde pequeninos aprendemos a andar caindo, todos nós aprendemos a usar uma bicicleta esfolando os joelhos...

Obrigado pela graxa inicial lol.
Aprendi a andar de bicicleta esfolando os joelhos, mas aprendi para que serve o capacete quando passei 6 horas num bloco operatório e 2 dias nos cuidados intensivos depois de uma queda num treino de ciclismo federado. O que me faz realmente muita comichão é ver muitos pais e crianças andarem na estrada de bicicleta sem capacete.
A propósito sabes que por não haver regulação que obriga-se o uso do capacete mesmo em competição nem um valor mínimo para o valor coberto pelos seguros desportivos o seguro que deveria cobrir as custas médicas apenas cobria até 500 contos quando o valor total dos tratamentos ultrapassava os 2500 contos (de salientar que à 20 anos atrás 100 contos para a maior parte das pessoas na minha zona correspondia quase a 2 meses de ordenado).

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Mas o excesso de zelo é um castrador nato de tudo aquilo que se pode fazer para uma sociedade inovar, em tudo, seja na tecnologia, seja no entretenimento, seja em qualquer área. E nós em Portugal somos peritos nisso...

Muitas vezes ouve-se: "É pa vi isto lá fora nas minhas ferias e foi do carai, brutal, nunca vi isto no nosso país, sempre a mesma coisa nunca temos nada de novo..."
E muitas vezes por causa dessa mentalidade castradora... Não por falta da vontade da organização em fazer melhor e melhor.

A regulação não serve para castrar a inovação ou o empreendedorismo, se olhares por exemplo para a legislação relativa a aeronaves não tripuladas ela especifica claramente o uso para investigação, desenvolvimento e comercial, o que ela faz é criar uma série de restrições com vista a garantir a segurança geral das restantes pessoas, se essas restrições são necessárias é porque já temos vários exemplos de quando as coisas correm mal (mas deixemos os exemplos par o fim do post).

Citar
E agora vem a parte em que foi bom saber que eras bombeiro ou isto seria escrito com "menos cuidado".

Se irias escrever sem cuidado mais valia não escreveres, se estamos a discutir um assunto sério devemos fazê-lo de forma igualmente série e recta, se tal fosse o caso não necessitarias de falar de forma diferente por eu ser bombeiro.

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Eu trabalho com pirotécnia, já fiz muitos eventos de grande dimensão, e outros que se pretendia a todo o custo aproximar do melhor que se faz a nível internacional. Conclusão estes últimos: vetado vetado vetado...
Dou por exemplo os festivais de musica, internacionalmente temos festivais brutais, com espectáculos de pirotecnia fantásticos envolvendo o publico e sobrevoando o mesmo, em estádios de futebol, e estruturas previamente analisadas para o efeito que reunam as condições de segurança necessárias.
Ora ca em Portugal num festival qualquer não se pode fazer NADA, uns repuxos e já se vai com sorte.
Quando estas questões são muito simples, os técnicos têm formação, e não são nenhuns malucos. Somos os primeiros a ter medidas de segurança para não magoar ninguém, e é isto que eu concordo com o Njay, é preciso um sentido de responsabilidade maior, e passado desde cedo, e não levianamente.
Todos temos as nossas virtudes, conhecimentos e formações e de certo que há entidades fiscalizadoras, e muito bem, contudo castrar a partida algo por medo sem confiar num técnico/engenheiro que trabalha à anos e é o primeiro a não querer problemas e dai toma todas as medidas de segurança, é ridículo. Podem apertar na fiscalização, no cumprimento das normas e regras de segurança (acho muito bem e perfeitamente justo, porque maus profissionais e gente leviana ha em todo o lado).

Ser vistoso não quer dizer que o que se faz lá fora é necessariamente melhor ou mais seguro, enquanto bombeiro e enquanto apreciador de fogo de artificio posso-te dizer que já vi os dois extremos do que se faz em Portugal, se estás realmente dentro do sector e com "amor" ao mesmo tens de saber reconhecer os milhares de acidentes só nos últimos anos em Portugal envolvendo pirotécnia, não falo só dos grandes acidentes mas também dos pequenos que não dão nas notícias mas que provocam danos materiais e muitos membros amputados, a legislação é criada precisamente para limitar ao máximo novos acidentes.
Quanto ao usar material ou técnicas novas que são desconhecidas em Portugal e que como tal são olhadas de lado ou não lhes é dado a respectiva autorização, quando estamos a falar da segurança de centenas ou mesmo milhares de pessoas não podemos arriscar e desculpa-me que te diga quando a garantia que é dada é "estas questões são muito simples, os técnicos têm formação, e não são nenhuns malucos" mais vale estarmos quietos primeiro porque um espectáculo pirotécnico sobre centenas de pessoas nunca é uma questão simples, e porque os técnicos terem formação e não serem uns malucos já à muitos anos que não pega em Portugal, sim existem excelentes profissionais em todas as áreas mas existem milhares de técnicos com "formações superiores e internacionais" que não os queria nem a segurar-me a porta para eu passar porque não eram capazes de garantir a minha segurança.
Falando de fogo de artificio vou te contar a história do "melhor" fogueteiro da freguesia onde nasci, um individuo com idade para ser meu pai e que sempre trabalhou como fogueteiro (sim era realmente uma das profissões dele, tinha todas as formações exigidas por lei e carteira profissional, e digo-te ele era mesmo bom, tive o prazer de assistir a descargas de foguetes em que ele era o fogueteiro principal em que toda a descarga ainda era feita com fogo de cana que faziam ver a alguns "espectáculos multimédia pirotécnicos" dos dias de hoje, estamos a falar de uma festa de aldeia pequena no Inverno onde eram 3 ou 4 postos de lançamento em simultâneo que conseguiam cadências de perto de 1 segundo cada um (estamos a falar de um único fogueteiro a largar fogo em cada posto que precisava de 4 colegas a chegar foguetes) isto era feito quer de dia quer de noite. O individuo era mesmo bom, foguete lançado por ele em dia com pouco vento era o mesmo fio de prumo, e não era maluco, só chegava a lançar dois foguetes em simultâneo que subiam perfeitamente paralelos, o único defeito dele é que começou a gostar mais da bebida do que dos foguetes e passou a só conseguir lançar bem fogo na primeira tarde de festa, porque nessa mesma noite ia para o hospital com pelo menos uma das mãos queimadas. Sabes o que o patrão dele fez não o deixou tirar licenças ou formações de fogo que não fossem de cana, mas continuou alegremente a pagar-lhe para fazer descargas de fogo normal e a vender-lhe fogo para ele lançar por conta própria. Se isso foi um problema para alguém claro que não se decidirmos ignorar os vários campos de erva, medas de palha e silvados queimados, ou as constantes idas ao hospital para tratar dos seus "pequenos incidentes" pagas com os impostos de todos, mas não há mal porque "graças a Deus" nunca ouve feridos ou mortos.
Se um caso pode exemplificar toda uma classe profissional? Não, não pode mas é por estes casos (e existem vários espalhados por esse país fora) que a legislação existe, não é para castrar o progresso, é para garantir que a"meia dúzia" de malucos e sem formação (ou com formação que mais não é do que assinar a folha de presenças e o cabeçalho do exame escrito) ou simples curiosos sem bom senso nas mais variadas àreas nos matem a todos os outros que "merecemos" cá andar.

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Ja tive alguns espectáculos em que fomos nós a dizer não, tanto no sitio de montagem, como no momento de disparar (vento), ja tive outros espectáculos em que não queriam, e "matei-me" pela realização do mesmo garantindo que nada iria a acontecer, e fiz com sucesso.
Podes dizer que acidentes acontecem, claro que sim, mas isso é como tudo e em tudo, o risco tem é de ser controlado e para isso ha medidas a tomar e não deveria passar por uma simples proibição.

Sabes quais são os limites ao lançamento de fogo de artificio? Posso-te dizer que nas dezenas de aldeias com festa regular só no meu concelho nenhuma cumpre as distâncias mínimas, e mesmo o espectáculo pirotécnico das festas do concelho na sua anterior localização não as cumpria. E aposto que pelo menos em 50% de todas as descargas de fogo mais pequenas por este país fora não as cumpre, se são demasiado rígidas? enquanto tudo correr bem e não houver acidentes são, o problema é quando alguém se "atravessou" a passar a autorização para um local que não cumpre com a legislação e depois acontece um acidente.

Para quem não percebeu os teus paninhos quentes em falar dos bombeiros cá vai a explicação:
Uma das autoridades da qual é necessária a autorização para o lançamento de fogo de artificio é o Corpo de Bombeiros da área de intervenção respectiva normalmente na pessoa do seu comandante, o que acontecia à uns anos atrás (infelizmente tive de me afastar dos bombeiros apesar de ainda pertencer aos quadros da corporação) é que todas as restantes entidades assinavam a autorização apenas após o corpo de bombeiros o fazer, é claro que num meio pequeno em que toda a gente conhece e são amigos dos bombeiros já sabem o que iria acontecer se uma festa tivesse o seu fogo de artificio cancelado porque os bombeiros não assinaram....
 

Offline artur36

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Re: Drone Pessoal
« Responder #23 em: 07 de Junho de 2017, 21:27 »
Agora os exemplos e digam-me lá que  algum destes não demonstra a necessidade de existir legislação que regule o uso de aeronaves não tripuladas e que esta se faça cumprir.

Um que supostamente cumpria a legislação e se encontrava em fase de testes por profissionais de uma empresa, não estamos a falar de um qualquer maluco sem formação:
http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/drone-de-seis-metros-choca-com-casa?ref=Bloco_CMAoMinuto


Este envolvendo um avião comercial, a ser verdade que este teve de fazer manobras para evitar o embate estamos a falar de um incidente grave, não venham com a história que um drone é uma mosca ao lado de um avião comercial e que apenas riscaria a pintura, porque um drone médio com baterias de litio de grande capacidade a explodirem dentro da turbina de uma avião a jacto faz estragos e muitos:
http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2017-06-01-Aviao-evita-colisao-com-drone-durante-aterragem-no-Aeroporto-do-Porto


Voltando à temática do fogo de artificio digam-me o que acham sinceramente desta:
http://www.dn.pt/lusa/interior/fogo-de-artificio-sem-drones-no-senhor-de-matosinhos-por-falta-de-autorizacao-8524761.html

Offline SerraCabo

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Re: Drone Pessoal
« Responder #24 em: 07 de Junho de 2017, 23:01 »
Citar
Este envolvendo um avião comercial, a ser verdade que este teve de fazer manobras para evitar o embate

Mas, está-se à espera que os incidente sejam regulamentáveis? O voo, a partir de determinada altitude já é regulamentado, seja para quem for. Nos arredores dos aeroportos, até os postes de iluminação não podem ser muito altos. Parece-lhe razoável que o voo de um drone de um agricultor, que voe a 50m de altura na sua própria propriedade tenha que ser regulamentado?

Ou está à espera que os malucos obedeçam a regulamentações?

Se um espectador num estádio de futebol estiver a limpar os ouvidos com uma caneta e, levando nela uma bolada, ficar surdo, pretende que se regulamente o voo da bola ou a utilização de canetas para limpar os ouvidos?

Já começa a ser cansativo que para se ter uma ideia se tenha que sair dos paraísos dos regulamentadores.



Já agora, basta que as hélices dos drones sejam envoltas em rede e acaba-se o perigo.

E falta ainda que os ataques cardíacos sejam regulamentados.


Offline jm_araujo

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Re: Drone Pessoal
« Responder #25 em: 07 de Junho de 2017, 23:05 »
Um que supostamente cumpria a legislação e se encontrava em fase de testes por profissionais de uma empresa, não estamos a falar de um qualquer maluco sem formação:
http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/drone-de-seis-metros-choca-com-casa?ref=Bloco_CMAoMinuto
Com 6 metros era um avião não tripulado, não era um quad/hexa/octacopter, sendo de uma empresa de óbidos era provavelmente da http://www.tekever.com/ , que trabalha nessa área.

Citar
Este envolvendo um avião comercial, a ser verdade que este teve de fazer manobras para evitar o embate estamos a falar de um incidente grave, não venham com a história que um drone é uma mosca ao lado de um avião comercial e que apenas riscaria a pintura, porque um drone médio com baterias de litio de grande capacidade a explodirem dentro da turbina de uma avião a jacto faz estragos e muitos:
http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2017-06-01-Aviao-evita-colisao-com-drone-durante-aterragem-no-Aeroporto-do-Porto
Sobre segurança de drones multi-helice recomendo ouvirem este podcast: http://embedded.fm/episodes/198
É com o responsável por standards de segurança e relacionados da DJI. É muito esclarecedor sobre quanto seguros são os quadcopter e o histórico de acidentes/perigo dos mesmos.
Acho que foi nesse podcast que tocaram no tema dos avistamentos de quads por aviões, em que apesar de vários incidentes nunca foi possível confirmar que eram drones, havendo até casos que afinal eram sacos plásticos
Pessoalmente sou extremamente cético sobre avistamentos desde aeronaves. Quem já esteve perto de um drone sabe o fácil que é perder o mesmo de vista a distâncias relativamente curtas. Agora imaginem que estão a deslocar-se a 400km/h e não só conseguem ver o drone como tem tempo e margem para manobra para evitar o mesmo quando estão com flaps abertos, trem em baixo, e manobrabilidade reduzida.
Algo não bate certo nessa história....

Quanto às baterias de lítio fazerem muito estragos num avião, não duvido que um embate na zona mais delicada do avião fizesse estragos de valor avultado, mas daí até por em causa a segurança da aeronave não me parece. Já viste como é testada a segurança de um motor de avião?


E quanto à força explosiva das pilhas de lítio, também tem vindo a ser exagerada pelos media. É mais uma reação exotérmica violenta que propriamente uma explosão. Não tens onda de choque como num explosivo convencional nem nada remotamente parecido, senão tinhas os Daeshs todos a comprar baterias (mas estúpidos como são também duvido que se lembrassem dessa).


Não quero que me entendas mal, também não é tudo à bandalheira, concordo que há medidas de segurança que são necessárias (e os capacetes em biclas deviam ser obrigatórios quando se circula na via publica, como para os motociclos), mas custa-me ver a caminharmos para um "nanny state". Nem tanto ao mar, nem tanto à terra!

E drones com candelas no meio de uma multidão é literalmente anda a brincar com fogo e para dar merda!
« Última modificação: 07 de Junho de 2017, 23:09 por jm_araujo »

Offline SerraCabo

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Re: Drone Pessoal
« Responder #26 em: 07 de Junho de 2017, 23:29 »
Eu foi criado na província e vi, múltiplas vezes, os pequenos agricultores escolherem as melhores vagens, por exemplo de fava, para plantarem no ano seguinte. Eu vi fazer-se este tipo de coisa ... já feita desde que se inventou a agricultura.

Hoje, graças à sacrossanta regulamentação, esta prática é proibida. A semente só pode ser lançada à terra se "devidamente certificada".

Haverá coisa mais cretina que regulamentar o comportamento da natureza?

Quando um melro come as cerejas mais vistosas ajudando, com a colaboração da cerejeira, à disseminação das respectivas sementes é coisa boa por ser natural. Se uma pessoa escolhe as vagens mais vantajosas para a sua alimentação e as pretende semear para voltar a colher, é coisa forçosamente de regulamentar.

Eu tenho 12 pés de couve no meu quintal. Eu adoro aquelas couves e alguns mosquitos também e ao ponto de serem capazes de as matar. Há, evidentemente, um insecticida para o mosquito mas, para comprar esse insecticida eu teria que ir tirar um curso sobre aplicação de substancias químicas na agricultura. Claro é que arranjo o insecticida numa candonga qualquer.

Felizmente ainda posso comprar os difusores para me livrarem das melgas. Infelizmente não há difusores para as melgas que regulamentam.

Offline artur36

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Re: Drone Pessoal
« Responder #27 em: 07 de Junho de 2017, 23:32 »
enquanto alguem vê mil e um perigos nesta "geringonça" eu vejo uma excelente plataforma de apoio ao socorro medico em locais onde os helicoptros nao conseguem ir.
Como por exemplo chegar á janela dum 15 andar para poder salvar alguem mais rapidamente dum fogo ou dum assassinato domestico, altura a que nem as escadas magirus chegam como eu ja assisti in loco uma vez. Um predio de 15 andares, a cozinha do 13º a arder, do lado onde os bombeiros puderam estacionar o veiculo da escada o 13º era equivalente a um 16º por causa do declive da rua. a agua da mangueira so subia uns 3 metros acima da escada, estava vento. foi uma meia hora de afliçao para todos a espera que o gas acumulado na cozinha rebentasse tudo.
isto é um exemplo real a que eu assiti. Se os bombeiros tivessem tido acesso a esta plataforma voadora tinham podido entrar pela janela ao lado que pertencia ao mesmo apartamento e ate levado consigo a ponta da mnagueira na plataforma teriam conseguido resolver a situaçao bem melhor e mais rapido. assim uns 15 minutos depois de estarem a tentar atirar agua la para cima acabaram por levar a mangueira pelas escadas, e de certeza que ja iam um bom bocado cansados, porque subir 13 pisos de degraus numa situaçao de stress da sempre cabo do canastro a qualquer um, ate mesmo aos bombeiros carregados com capacete, machados e casacoes anti-fogo. Ainda sao uns quilos valentes ás costas.

Agora numa situaçao talvez mais hipotetica mas nao menos real, um turista ou um banhista que cai duma arriba e fica enfiado no meio das rochas numa praia ou encosta qualquer, um heli de socorro pode demorar um grande tempo a chegar lá e por causa dos ventos ou da inclinaçao da encontas pode nao conseguir nada de util durante uma hora ou mais. Uma plataforma destas transportada num dos carros dos bombeiros construido para este fim, em poucos minutos conseguiria colocar junto ao sinistrado um paramedico ou outra pessoa com formaçao medica suficiente para prestar os primeiros socorros e quem sabe salvar a vida dessa pessoa.

Isto sao apenas 2 exemplos completamente reais e que acontecem com frequencia no nosso país.
e isto so para falar em situaçoes em que sao os bombeiros a intervir em primeiro lugar.
pode-se tambem extrapolar para as forças de segurança em milhentas situaçoes, bem como para as forças armadas, por exemplo para atravessar e destruir um campo minado num teatro de guerra qualquer.
Eu so vejo coisas uteis que se podem fazer com esta plataforma.

Se um drone pode perder o controlo e ir contra alguem? pode.
mas uma criança a brincar num jardim a atirar pedras como ja tenho visto tambem causa o mesmo estrago de um drone se atirar a pedra na direçao de alguem. ou um cao a atirar-se a alguem so porque é parecido com alguma pessoa que lhe fez mal antes.
Antes dos drones terem sido inventados ja havia todo o tipo de incidentes nos jardins que existem actualmente...

Bem vamos lá por partes:
Se queres tirar alguém rápido de um 15° andar em chamas usas uma coisa destas:
https://www.vetter.de/vetter_emergency/en/Rescue+Products/Safety+cushions/Safety+cushion+SP+60.html
Por muito amedrontante que possa parecer se tivermos um apartamento completamente tomado por chamas atrás de nós fazemos como as pessoas do world trade center.

Um veículo escada (magyrus é um fabricante, mas ficou na gíria tal como o x-acto) tem limitações por muito bom que seja e nem todas as corporações têm dinheiro para comprar um, no regulamento geral de segurança contra incêndios estão tipificadas uma série de situações para facilitar a evacuação e o combate a incêndios em edifícios em altura, por exemplo redes armadas de incêndio de 2a intervenção (mangueiras planas iguais às dos bombeiros), colunas secas (tubo vazio a toda a altura do edifício para ser abastecido na base por um veículo dos bombeiros e com saídas para os bombeiros ligarem mangueiras em todos os pisos), caixas de escada e de elevador livres de fumo, elevadores com função de emergência que podem ser usados em incêndio etc. todas estas medidas são em parte redundantes para que caso haja uma falha numa delas não se comprometa o socorro.

A situação da vítima caída numa ravina, garanto que se uma corporação qualquer no país tivesse condições para ter um brinquedo destes conseguiria meter com a mesma rapidez ou mais rápido ainda um técnico de salvamento em grande ângulo (resgate) junto da vítima, com o benefício de que a vida de acesso ficava já montada para fazer chegar todo o material de socorro junto da vítima e para depois a trazer para cima. Enquanto técnico de emergência  pré-hospitalar e técnico de salvamento em grande ângulo meu vejo esta como uma plataforma capaz para a evacuação de uma vítima de traumatismo, precisaria de muitos melhoramentos de forma a garantir a segurança da vítima e dos socorristas, melhoramentos esses que iriam trazer muito mais condicionamentos à plataforma pois iriam aumentar-lhe o tamanho e peso e como tal reduzir-lhe a autonomia. O tempo necessário para estabilizar a vítima é o suficiente para colocar um helicóptero no local se for possível a sua evacuação por ar, se um helicóptero não conseguir fazer a evacuação está plataforma também não o conseguirá pois está sujeita aos mesmos condicionamentos e terá sempre de aterrar para que a vítima seja "carregada".

Quanto á parte militar acho que nem vale a pena falar pra as plataformas robóticas aéreas e terrestres já estão presentes nesse ramo à muito tempo e sem "legislação" com que se preocupar.

Quanto à parte de crianças a atirar pedras, sim existem mas tal como entendo que é dever do estado regular/legislar situações que põe em risco a segurança de todos também sei que é meu dever é dever de todos os pais regular/legislar as suas crianças para que não ponham em risco a sua segurança ou a segurança dos outros, infelizmente como esta última parte nem sempre funciona entre outras coisas por alguma falta de bom senso fita país o estado é obrigado a regular/legislar com vista a, em casos extremos, (re)educar essas crianças e/ou punir os pais.

Offline jm_araujo

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Re: Drone Pessoal
« Responder #28 em: 07 de Junho de 2017, 23:55 »
para comprar esse insecticida eu teria que ir tirar um curso sobre aplicação de substancias químicas na agricultura. Claro é que arranjo o insecticida numa candonga qualquer.
Nem me fales nessa que me deixa mal disposto. Também lá tive de arranjar quem me comprasse um frasquinho de 100ml que me dura mais de 5 anos por causa de um limoeiro que ganha pulgão às vezes.
Quando comprei o primeiro frasco ainda não havia essa lei parva, quando fui comprar o segundo adorava ter uma gravação da cara que fiquei quando me explicaram que tinha de perder um dia de trabalho e umas dezenas de euros a tirar um curso para matar o bicho num limoeiro pouco mais alto que eu! Ainda perguntei meia dúzia de vezes se estavam a gozar comigo, senti-me num programa de apanhados mas era bem real.
A estupidez é tão grande que enquanto não consegui quem me fosse comprar o produto andava a matar o bicho com Raid, que não é regulamentado mas é muito pior para o ambiente porque vem em aerossol, que além dos quimicos liberta gás propelente, com desperdício de embalagem e gasta-se muito mais sem ser tão efetivo.
Lembram-se quando numa reposta anterior falei de "nanny state"? Ora aqui está um excelente exemplo... Gentinha burra os nossos legisladores às vezes, agora para ter uma horta sem bicho é preciso ter um curso.  PQP a todos! (eu disse que ficava mal disposto!!! :D)

« Última modificação: 07 de Junho de 2017, 23:58 por jm_araujo »

Offline senso

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Re: Drone Pessoal
« Responder #29 em: 08 de Junho de 2017, 06:01 »
Sim, porque nunca caiu nenhum avião "só" por lhe falhar um motor, fazem aterragens de emergência se comerem um pardal, mas um drone até vai é ajudar a tirar o pó ás pás do motor, epá...

Quanto ao fogo de artificio, só me lembra aquela empresa que ainda agora rebentou mais uns bunkers e que a cada meia duzia de anos mata-se um ou dois, e estão nisso a´30 anos ou mais e é tudo gente séria e certificada..

Avr fanboy