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Comando para ignitores de fogo de artificio

Started by Kristey, 24 de December de 2013, 00:43

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Njay

O que descrevi é para usar com os P. Também podes usar com os N, mas é mais seguro com os P na tua aplicação e com esse port expander, porque "em repouso" o MOSFET fica desligado. Eu metia tb uma resistência de pull-down na base/gate do transistor intermédio para garantir que por omissão ele fica desligado.

Kristey

#16
Eu transistores é que nunca usei, meto um NPN ou PNP?
Ja agora as resistencias de pull down, uma de 30kohm está bem?

Vou tentar fazer aqui um esquepa para ver se consigo executar na pratica o que disseste.

Kristey

#17
Era isto que falavas Njay?


PNP e Mosfet P

EDIT: Nao deve ser, porque experimentei e o led de teste (onde ligará o foguete) está sempre aceso...
A nao ser que tenha queimado o mosfet porque no inicio apliquei enganei-me e apliquei 12 V no dreno e GND no source e isto começou tudo a fumegar como é logico. Mas penso que  o mosfet tá bom.

jm_araujo

Sendo para fogo de artifício, em que a segurança é muito importante, eu fazia o circuito de forma diferente.
Vê o esquema anexado.

Controlo por relés, que não pifam por descargas eletrostáticas (importante porque vais ter cabos longos ligados) e garantem isolamento
Alimentação de controlo e dos detonadores separadas (para que o micro não se passe com o ruído que vier nas ligações dos cabos).
2 interruptores de segurança, um para controlo, outro para detonação. O de controlo pode ser  facultativo, mas o seguro morreu de velho.
Indicação para cada detonador se está armado.
O transistor meti um bc337, mas pode ser outro npn genérico.
O relé é um qq de 5V com contactos que aguentem com a carga do detonador.

Ainda dá para fazer uma indicação se o detonador está corretamente ligado, mas agora não me apetece fazer o esquema. Se estiveres interessado pede.

StarRider

Quote from: jm_araujo on 27 de December de 2013, 11:46
Sendo para fogo de artifício, em que a segurança é muito importante, eu fazia o circuito de forma diferente.
Vê o esquema anexado.

Controlo por relés, que não pifam por descargas eletrostáticas (importante porque vais ter cabos longos ligados) e garantem isolamento
Alimentação de controlo e dos detonadores separadas (para que o micro não se passe com o ruído que vier nas ligações dos cabos).
2 interruptores de segurança, um para controlo, outro para detonação. O de controlo pode ser  facultativo, mas o seguro morreu de velho.
Indicação para cada detonador se está armado.
O transistor meti um bc337, mas pode ser outro npn genérico.
O relé é um qq de 5V com contactos que aguentem com a carga do detonador.

Ainda dá para fazer uma indicação se o detonador está corretamente ligado, mas agora não me apetece fazer o esquema. Se estiveres interessado pede.

Boas,

Eu nesse teu esquema adicionava nas  bases dos transístores (ou as saídas do uC) uns pulldown para evitar "surpresas",
tirando isso acho um bom design.

Abraços,
PA

jm_araujo

Não é má ideia, não vão os portos ficar configurados como entradas (alta impedância). Apesar de que com o interruptor de controlo estar um pouco salvaguardada a situação.

Recomenda-se também que o circuito seja alojado numa caixa metálica para ajudara isolar das interferências eletromagnéticas.


Njay

Kristey, o teu esquema tá com NPN e MOSFET N; era para ser NPN e MOSFET P. Mas tb podes mudar para o esquema mais seguro sugerido pelo jm_araujo, mas atenção que ele tá a controlar os transistores directamente a partir dum micro, que não é o teu caso e não tem a questão de as portas arrancarem a high.

Kristey

#22
Njay, entao como seria o esquema correcto, porque foi a unica coisa que consegui encontrar. De um switch (BJT mais MOSFET).
O Mosfet P não é o que tem a seta a apontar para fora (como está no esquema).
E o Mosfet N não é com a seta a apontar para dentro?

Eu equacionei o relé. Mas teria de ter uma alimentação individual para cada modulo como vou explicar em baixo.

Obrigado pela tua ajuda jm_araijo.
Se calhar é melhor passar para aqui a minha ideia para que possam saber como estou a abordar o problema.
E vermos se ha uma possibilidade mais segura de conjugar a tua ideia com o meu planeamento!

Bem falas ai algumas coisas que eu ja tenho:
O primeiro que fiz foi assim, tinha o interruptor de POWER, e os switchs para selecionar cada foguete. Tudo "Annalogico"


A questao disto é que é dificil de ligar no espectaculo (tenho de fazer extenções com cabo de rede), quero algo mais simples com uns  connectores e uns modulos nos sitios das ignições.

So vou explicar o que estava a pensar, nao estou a descartar a tua possibilidade.

Entao falaram-me no expançores I2C endereçaveis...
Gostei da ideia porque assim o modulo da esquerda e da direita, teram o mesmo endereço, eu mando o comando para um foguete e é assionado um de cada lado.
A ideia dos endereços eu queria aproveitar para assim poder meter modolos em serie (até 8 de cada lado pois sao os endereços permitidos pelo PCF8574A)

Tambem pensei no relê mas tinha de ter alimentação à parte. contudo gostava que fosse tudo num unico cabo de ligação e nao andar com baterias diferentes por modulo. E dai ter projectado isto:
MODULO

- Conector XLR onde vem, 12V (bateria), CLOCK, SDATA, GND.
- Regulador para 5V
- Desencapsulamento do PCF8574A
- Dip Swich para escolher o endereço
- Visor para ver o "canal/endereço" (0,1,2,3,4,5,6,7).
- Connectores para os foguetes / Led em paralelo par testar ligação antes de ter o foguete (led desapartece porque o foguete "é um curto circuito delois de ligado.




jm_araujo

I2C não é apropriado para esse fim sem extenders e line drivers, vais ter problemas com ruido e integridade do sinal.

Kristey

#24
Pelo que estive a ler se baixar a frequencia do sinal poderei ter cabos até 10metros.
Chega perfeitamente para o que eu quero.

Mas aconselhas algo para substituir isto?
è que eu gostei bastante até da deste processo ser enderessavel e assim.

Existe maneira de consiliar a tua sugestao com a minha ideia?

EDIT comunicação com endereços e assim tambem conheço o DMX...
será melhor?

LuísR.A.



É verdade que o I2C foi feito para componentes dentro da mesma placa comunicarem mas já vi usarem, à frequência de 100khz do arduino, até 6m.

Mas para ter a certeza pode-se reduzir a frequencia do clock. Tenho visto a dizer que se reduzirmos para 500hz o alcance máximo torna-se 100m, uma distancia a que já deve haver demasiada interferencia mas para algo até 10m deverá chegar já que nem é preciso grande velocidade de tansferencia de dados.
http://www.esacademy.com/en/library/technical-articles-and-documents/miscellaneous/i2c-bus/frequently-asked-questions/i2c-faq.html
Tiva MCU é que é.

Tutoriais Tiva+codigos exemplo:
https://sites.google.com/site/luiselectronicprojects/

LuísR.A.

Olhem realmente um relé provavelmente seria melhor que um mosfet e mais facil de arranjar. Mas há relés DC para AC que fazem contacto com sinal 0?
Tiva MCU é que é.

Tutoriais Tiva+codigos exemplo:
https://sites.google.com/site/luiselectronicprojects/

Njay

Essa seta no ultimo simbolo q mostraste refere-se ao "substracto" que é diferente da source (um mosfet na verdade tem 4 pinos, mas em geral o sustracto está ligado internamente à source, mas é de outro material). No simbolo em que não se mostra o substracto, a seta é de acordo com o material do canal, portanto N é seta a sair e P é seta a entrar (como nos BJT).

Quanto ao esquema eu estava a ver mal. Daria para fazer com um NPN e MOS N, tipo o que vês abaixo, só que este esquema tem problemas em manter o MOS principal desligado durante o power-on, daí que o melhor já seria mesmo ir para um relé ou acopolador óptico (se quiseres manter esse modelo de I/O expander e sem adicionar mais hw).

i2c é realmente um protocolo "bera" para usar em cabos "longos", e o problema não é tanto directamente a frequência do clock mas sim o tempo de subida e descida, que, sendo rápido comparado com o comprimento do cabo, leva a reflexões do sinal que podem ser interpretadas como transições de clock. Nesse aspecto um protocolo tipo RS323 parece-me muito mais robusto.

StarRider

Boas,

Por vezes estamos limitados em termos de protocolos quando se trabalha sobre uma base já existente, agora em
implementações novas, em que está tudo a ser delineado de raiz,  não vejo por que motivo de deve sequer estar
a considerar protocolos como o I2C neste esquema, para ser muito sincero acho uma muito má escolha.

RS232, ou de preferência CAN que foi projectada para este tipo de comunicação, são sem margem para duvida opções
muito superiores ... robustas e  fiáveis.

Abraços,
PA

Njay

Já agora, mesmo usando um relé, precisas de lidar com o facto do I/O expander arrancar com tudo a 1. Se eu fosse a ti livrava-me mas era dele.